curso de fisioterapia

Curso de Fisioterapia: o guia completo sobre a graduação e carreira!

Você se interessou pelo curso de Fisioterapia e começou a pesquisar mais sobre ele? Pois, verá como é normal que passem mil e uma perguntas pela sua cabeça.

Algumas são relacionadas à vida acadêmica (qual a duração, quais as disciplinas e como são os estágios dela), enquanto outras são relacionadas ao pós-faculdade (quais áreas posso seguir, quanto vou ganhar e onde poderei atuar).

Todas elas ajudam você a avaliar se está escolhendo a formação certa, a entender melhor como é a realidade do mercado e o mais importante: se você vai se sentir realizado com o seu futuro profissional.

Pensando em tudo isso, resolvemos responder aos principais questionamentos sobre essa graduação para ajudá-lo nesse processo de avaliação e descobertas do ramo. Acompanhe!

Como é o curso de Fisioterapia?

O curso de Fisioterapia tem alguns pontos bem marcantes, a começar pelo fato de ser concluído em 10 semestres. Isso acontece devido à quantidade de disciplinas que exploram não só questões técnico-científicas sobre o corpo humano (composição, desenvolvimento, envelhecimento e funções), mas também a configuração do sistema de saúde do Brasil e os campos de trabalho do profissional formado.

Desde a sua primeira até a última aula ao longo desses cinco anos não vão faltar bastante estudo, pesquisa e avaliação de como a saúde está relacionada ao estado e ao desempenho físico e quais as medidas de intervenção e reabilitação podem ser adotadas para melhorar, corrigir e adaptar eles. Abaixo, você confere algumas das matérias que abordam esses e outros assuntos:

  • Fisiologia Humana;
  • Anatomia Humana;
  • Patologia Geral;
  • Bioestatística e Epidemiologia;
  • Traumatologia;
  • Cinesiologia e Biomecâmica;
  • Fisioterapia Aplicada em Ortopedia;
  • Fisioterapia Preventiva e Ergonomia;
  • Políticas Públicas de Saúde;
  • Fisioterapia Desportiva.

Estágios supervisionados

Além da vasta oferta de disciplinas, também há uma quantidade considerável de estágios. Geralmente, são quatro ciclos de experiência no mercado para que você possa vivenciar a profissão, aplicar os seus conhecimentos em diferentes espaços de atuação e desenvolver as características que serão necessárias como futuro fisioterapeuta — as quais vamos falar mais a frente.

Formação presencial

Outro ponto relevante é que a graduação em Fisioterapia, que é um bacharelado, se trata de uma formação presencial. Um dos motivos para isso é que várias categorias da área da saúde, como enfermagem, psicologia, farmácia e a própria fisioterapia demandam extensas práticas em laboratórios e em ambientes institucionais de saúde (como hospitais, clínicas e ambulatórios).

Como resultado, o Coffito, a Associação Brasileira da Ensino em Fisioterapia (Abenfisio) e o próprio Conselho Nacional de Saúde (CNS) recomendam, em nota pública, que os interessados em trabalhar na área da saúde sigam com faculdades presenciais.

Como é o mercado de trabalho para Fisioterapia?

Segundo matéria de 2018 publicada no portal oficial do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito), existem cerca de 240 mil profissionais de fisioterapia em todo o Brasil. Esse é um número que, sem dúvidas, chama a atenção. Porém, não pense que o mercado está longe de estar inflado, viu?

A razão disso é simples o país conta com uma vasta rede privada de saúde, além do próprio Sistema Único de Saúde (SUS) que abrange todo o território nacional atendendo, em conjunto, mais de 213 milhões de cidadãos.

Ou seja, ao fazer a proporção, não sobra fisioterapeutas para pacientes, mas sim o contrário: pacientes para esses profissionais (média de 888 pessoas para cada fisioterapeuta). Além disso, o número de instituições de saúde no país é alto — o que inclui consultório, clínicas, hospitais, ambulatórios, postos de saúde, unidades de pronto-atendimento etc.

Um bom exemplo disso é que no último levantamento feito pelo IBGE, em 2009, havia 94.070 estabelecimentos ativos. Portanto, mais uma vez fazendo as contas, é como se houvesse, arredondando, três fisioterapeutas por estabelecimento, o que é uma quantidade pequena dada a demanda frequente.

Para completar, como já é de se imaginar, esse número está em constante crescimento e no próximo censo será ainda mais expressivo. Resumindo: números e mais números reveladores, não é mesmo? Pois bem, abaixo, nós finalizamos este tópico com algumas informações complementares sobre jornada de trabalho e salário. Curioso? Então confira!

Jornada de trabalho do fisioterapeuta

A jornada de trabalho de um fisioterapeuta é prevista e regulada pela lei nº 8856/94. Na prática, o que ela diz é que, uma vez no mercado, a sua rotina semanal de trabalho será de 30 horas — que podem ser divididas igualmente entre segunda e sexta (seis horas diárias) ou realizadas por meio de plantões em dias seguidos/alternados.

Isso não só traz mais segurança e organização para a categoria, como permite uma fiscalização mais efetiva do Coffito junto às instituições de saúde.

Salário do fisioterapeuta

Quanto à renda de um fisioterapeuta no Brasil, saiba que ela fica na base de R$ 2.870,36, como aponta o levantamento do portal Salário. Porém, dependendo do estado em que você escolhe atuar e construir carreira, é possível que o seu retorno financeiro seja maior. Abaixo, nós mostramos alguns exemplos:

  • em Brasília, a faixa de ganhos é de R$ 3.621,15;
  • em São Paulo, a faixa de ganhos é de R$ 3.389,97;
  • no Amazonas, a faixa de ganhos é de R$ 3.165,77;
  • no Tocantins, a faixa de ganhos é de R$ 3.153,01;
  • no Rio de Janeiro, a faixa de ganhos é de R$ 3.110,52.

Em que áreas o fisioterapeuta pode atuar?

Já falamos sobre como é o curso de Fisioterapia e os principais aspectos do mercado para quem deseja entrar nesse ramo. Agora, vamos entrar um assunto bem interessante: as áreas de atuação de um fisioterapeuta — que não são poucas!

Afinal de contas, existem 15 especialidades que permitem carreiras com atividades distintas, locais de trabalho variados, maior ou menor complexidade de serviços, pacientes de perfis mais gerais ou específicos e muito mais. Portanto, fique atento a cada uma delas!

Traumato-ortopédica

O campo de traumato-ortopédica permite que o fisioterapeuta dedique a acompanhar casos que envolvem lesões e deformações que comprometem a estrutura osteomuscular, as articulações, os tendões e os ligamentos que estão presente em todo o corpo humano.

Ou seja, partes que podem comprometer parcial ou totalmente a locomoção, o equilíbrio, a força e a coordenação motora — aspectos que são essenciais no nosso dia a dia.

Fisioterapia cardiovascular

A fisioterapia cardiovascular, por sua vez, tem a ver com os indivíduos que são diagnosticados com problemas cardiovasculares — muitos deles, vale mencionar, são crônicos e com risco elevado de agravamento.

Devido ao estado de saúde, eles demandam uma reestruturação no estilo de vida, o que inclui, entre outras coisas, atividades físicas e funcionais para um melhor funcionamento do organismo, em especial quanto ao processo circulatório.

Fisioterapia aquática

A fisioterapia aquática, por outro lado, está relacionada com os tratamentos realizados em ambientes com água, como piscinas e fontes termais, dada os efeitos terapêuticos que ela proporciona para o bem-estar físico e mental dos pacientes.

É um ramo que vem crescendo nos últimos anos, especialmente por conta da procura de pessoas com doenças autoimunes, congênitas e degenerativas que buscam alternativas para terem uma maior qualidade de vida.

Acupuntura

O fisioterapeuta que trabalha com acupuntura não realiza exercícios ou atividades físicas com os pacientes. Longe disso! Na rotina, ele coloca em prática a terapia por inserção de agulhas na pele — mais especificamente, na área da epiderme.

Os objetivos desse procedimento são os mais diversos possíveis, desde a melhora da circulação e da respiração até o controle e o tratamento de problemas psicológicos e emocionais.

Quiropraxia

A quiropraxia é um campo que trata especificamente da estrutura esquelética do nosso corpo, buscando identificar, ajustar e corrigir deslocamentos que surgem ao longo dela ocasionando dores, desconforto, baixa flexibilidade e problemas na locomoção.

É um trabalho feito com regularidade que pode tanto ter ação preventiva quanto ação efetiva. Nos últimos anos, o mercado tem visto essa especialidade se popularizar e ganhar adeptos em todo o mundo.

Fisioterapia dermatofuncional

O fisioterapeuta dermatofuncional é especializado no acompanhamento de sujeitos que apresentam problemas tópicos que, frequentemente, desencadeiam baixa autoestima e insatisfação com a imagem.

Muitas dessas disfunções na pele ou nos anexos dela são provocadas por acidentes, enquanto outras são decorrentes do período pós-operatório. Há ainda aqueles profissionais que atuam em clínicas, SPAs e centros de beleza realizando procedimentos puramente com fins estéticos.

Gerontologia

O ramo da gerontologia tem como foco exclusivo o público da terceira idade. Isso porque os fisioterapeutas que seguem essa carreira buscam auxiliar as pessoas no processo de envelhecimento, permitindo que eles continuem ativos socialmente e menos dependentes de terceiros, como familiares ou cuidadores.

Para tanto, trabalham as funções musculares, motoras, vasculares e afins para que a degeneração delas seja retardada, ainda mais quando já existe algum quadro de comorbidade (aguda ou crônica).

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Esportiva

Como você já deve imaginar, essa é a única categoria que sai dos ambientes de saúde e explora os espaços esportivos, como clubes, centros, academias e afins. Afinal, o público dela é formado por atletas, principalmente os que são profissionais.

Isso acontece porque eles estão sob constante pressão física para obterem um maior condicionamento, uma maior velocidade e um maior nível de força osteomuscular na realização de exercícios ou práticas desportivas. Portanto, o risco de lesões é consideravelmente maior, o que demanda atividades de prevenção, intervenção e reabilitação de casos.

Terapia Intensiva

Em terapia intensiva, o fisioterapeuta atua apenas em hospitais, realizando o atendimento de pacientes críticos que estão internados na UTI. Muitos deles são hospitalizados por semanas, o que acaba afetando as condições físicas e motoras dessas pessoas.

Portanto, o profissional vai supervisionar uma cadeia de atividades que permitirá cada indivíduo recuperar as funções-base do corpo e alcançar novamente a autonomia e o bem-estar, o que contribui para a total recuperação deles.

Osteopatia

A osteopatia é uma área em que os fisioterapeutas atuam na identificação, intervenção e controle de patologias esqueléticas. Afinal, toda e qualquer alteração na estrutura física pode levar as pessoas a desenvolvem paralisias temporárias ou por tempo indeterminado, o que resulta na perda da funcionalidade e da autonomia do sujeito.

Fisioterapia em Saúde da Mulher

A fisioterapia em saúde da mulher é uma especialidade voltada para promoção do bem-estar físico da mulher. Para isso, ela não só considera as particularidades do corpo feminino, como desenvolve diversos trabalhos focando nelas para reduzir incômodos, disfunções e complicações em diferentes etapas da vida.

É por isso que o profissional dessa área costuma auxiliar quem está no processo de gestação, quem vivencia o o período do pós-parto e amamentação, quem está passando pelo processo de menopausa etc.

Oncologia

O fisioterapeuta oncológico é mais um profissional que se restringe aos espaços hospitalares — e isso tem um motivo. É que ele faz o acompanhamento de pacientes diagnosticados com câncer que, devido a complicações do quadro clínico, começam a apresentar perdas motora, muscular e de equilíbrio.

Portanto, o trabalho dele é reverter essas situações ou, pelo menos, reduzir o impacto dessas mudanças na vida das pessoas que não têm uma previsão de cura ou mesmo se encontram em estado terminal. 

Fisioterapia do trabalho

No ramo da fisioterapia do trabalho, o fisioterapeuta atua tanto em ambientes tradicionais da saúde quanto em ambientes corporativos. Isso acontece porque o público dele é formado por trabalhadores que desenvolvem disfunções físicas (leves, moderadas e graves) relacionadas às atividades laborais que eles exercem.

Neurofuncional

A neurofuncional é voltada para pacientes que desenvolvem limitações físicas (como a ausência de coordenação motora ou a dificuldade em mexer a musculatura da face) por conta de doenças neurológicas que, em sua maioria, são degenerativas.

É um trabalho desenvolvido em conjunto com médicos com propósito de adaptar e reabilitar essas pessoas diante de alterações que são significativas e trazem efeitos severos na vida social, laboral e acadêmica delas.

Fisioterapia respiratória

Por fim, a fisioterapia respiratória busca a reabilitação do sistema respiratório por meio do ajustamento e do fortalecimento da musculatura utilizada nesse processo — visto que ela é imediatamente comprometida em casos de infecções. Essa é uma área que segue com muito destaque durante a pandemia de Covid-19, pois o trabalho do fisioterapeuta contribui para a redução de sequelas da doença. 

Qual é o perfil desejado para o fisioterapeuta?

Independentemente da carreira escolhida, saiba que toda profissão tem características que são fundamentais para que o profissional se adapte bem ao trabalho, consiga cumprir adequadamente as funções dele e o principal: entregue bons resultados.

Com o fisioterapeuta não é diferente, viu? Ainda mais por se tratar de uma categoria do ramo da saúde que lida diretamente com o bem-estar físico e mental das pessoas que, em muitos casos, estão em situações delicadas e que demandam cuidados especiais. Por isso, listamos aquelas que são mais relevantes para essa área. Confira!

Boa comunicação interpessoal

A primeira e, certamente, uma das mais essenciais é a boa comunicação interpessoal. Isso porque você entra em contato com uma infinidade de pessoas durante a sua semana.

Desde pacientes com um nível elevado de instrução até aqueles com menos estudos. Portanto, a forma como você fala e se expressa com fulano não vai ser a mesma maneira que você fala com beltrano, não concorda?

Será preciso se adaptar a cada indivíduo, buscando tornar o atendimento e o acompanhamento dele o mais claro, didático e acessível. Isso é fundamental para que ele se sinta acolhido, respeitado e consiga apresentar avanços concretos durante o tratamento.

Empatia

A empatia, por sua vez, está relacionada com a forma com a qual você trata e respeita a dor, os problemas e as dificuldades do outro. Como fisioterapeuta, é necessário trabalhar diariamente essa habilidade, pois a partir das queixas, reclamações ou mesmo de desabafos dos pacientes é que dá para adaptar o tratamento às necessidades e às expectativas deles.

Ou seja, diante de um novo relato, não cabe impor a sua visão, mas sim se mostrar aberto e receptivo a escutar o que a pessoa tem a contar e, consequentemente, mostrar como você vai ajudá-lo e orientá-lo no que for possível.

Resiliência

Já a resiliência é uma característica necessária para o profissional do futuro porque os resultados buscados, geralmente, não vêm fácil. Você vai ser responsável por realizar muitos tratamentos que vão durar não apenas semanas, mas meses ou até quem sabe anos. Serão diversas sessões semanais lidando com avanços e retrocessos constantes.

Isso porque o corpo não se recupera de uma hora para outra de uma lesão, machucado ou ferimento. É preciso uma combinação de uso de medicamentos, boa alimentação, repouso e esforço nos exercícios regulares de reabilitação. Portanto, ser paciente e encarar o tempo como um aliado, não um inimigo faz toda a diferença. 

Dessa forma, vocé consegue ajudar efetivamente o paciente e até mesmo trabalhar a ansiedade, o nervosismo e o estresse que surgem quando há períodos de erro ou estagnação.

Equilíbrio emocional

Além do que já foi citado, o perfil profissional de um terapeuta deve ser marcado pelo equilíbrio emocional. Isso porque você lida com pacientes de diferentes tipos.

Pessoas que estão insatisfeitas, ressentidas e até mesmo com transtornos psicológicos causados por conta do estado físico delas. Algo que acontece, por exemplo, em casos de acidentes ou doenças que provocam a limitação ou mesmo a perda total dos movimentos.

Diante desse cenário, é preciso ter um bom nível de controle sobre as suas próprias emoções para encarar as variadas manifestações de sentimentos e comportamentos dos outros e não se deixar afetar ou abater por elas — o que pode comprometer o seu trabalho e até a sua vida pessoal.

Capacidade de trabalho em equipe

Uma última característica é a capacidade de trabalhar em equipe, já que o fisioterapeuta dificilmente atua sozinho. Quando não está no meio de colegas da profissão, ele está inserido em ambientes de trabalho em que há médicos, enfermeiros, nutricionistas etc.

Portanto, é fundamental ser capaz de se adaptar a realização de atividades no coletivo, se comprometer a compartilhar resultados e problemas com os demais membros do grupo, realizar tarefas que sigam a prescrição/recomendação de outro profissional, participar de plantões e outras jornadas de trabalho acompanhado de colegas e por aí vai.

5. Onde realizar a graduação?

Escolher a graduação é o seu primeiro passo. O segundo é decidir a instituição de ensino em que você vai estudar. Isso porque um local sem infraestrutura e corpo acadêmico qualificado pode comprometer (e muito) a sua qualificação profissional.

Sua formação pode se tornar defasada, com pouco preparo técnico e zero conhecimento da rotina de mercado. Ou seja, coisas que, definitivamente, nenhum estudante deseja, não concorda? Portanto, pesquise pelas faculdades da sua região e se informe sobre os seguintes tópicos em cada uma delas:

  • os professores que fazem parte do corpo docente do curso de Fisioterapia e qual o nível acadêmico deles (mestre, especialista, doutor etc);
  • o projeto pedagógico do curso que mostra as abordagens teóricas e práticas tratadas no decorrer dos semestres, assim como as disciplinas e atividades previstas;
  • as medidas de responsabilidade social que a faculdade adota não apenas no campus, mas principalmente nas relações com a comunidade geral;
  • os diferenciais do campus, como laboratórios, bibliotecas, salas audiovisuais e afins;
  • os projetos de iniciação científica, os cursos de extensão, os programas socioeducativos, os eventos acadêmicos etc.;
  • a oferta de cursos de pós-graduação para você continuar ampliando o seu currículo, aprofundar o seu aprendizado e conquistar mais espaço no mercado.

A LS Educacional, por exemplo, abrange todos esses requisitos e ainda disponibiliza para você opções de bolsas, descontos, crédito estudantil e convênios que ajudam você a reduzir ou mesmo cortar as suas despesas com mensalidades. Tudo isso para incentivá-lo e apoiá-lo a realizar o seu sonho de se graduar em uma instituição com qualidade e renome.

Como você leu, o curso de Fisioterapia o prepara para se tornar um profissional da saúde desde os seus primeiros dias de faculdade. Afinal, quando sair dela, você atuará diretamente com muitos pacientes que demandam os seus serviços, devolvendo o bem-estar deles e promovendo a reabilitação daquelas pessoas que precisam.

Por essa razão, é uma carreira que requer dedicação, aprendizado constante e um perfil profissional que atenda às expectativas do mercado. Sem dúvidas, é uma formação que pode proporcioná-lo muita realização pessoal e profissional.

Ficou interessado em ingressar no curso de Fisioterapia? Pois, entre em contato com a gente para saber como funciona o nosso processo seletivo, a matrícula e os detalhes do curso!

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