financiamento estudantil

Conheça 4 opções de financiamento estudantil

Ingressar no ensino superior é o sonho de muitas pessoas. Isso porque o diploma é uma maneira de potencializar as chances de conseguir o emprego dos sonhos e avançar nessa carreira. A formação acadêmica proporcionará os conhecimentos técnicos necessários para conseguir atuar na área que você se identifica. Sendo assim, o financiamento estudantil surge como uma forma de facilitar o acesso ao estudo.

Afinal, custear uma universidade não é uma realidade possível para algumas pessoas, já que nem sempre os pais podem desembolsar o valor do curso, matérias e transporte, tudo isso ao mesmo tempo. Contudo, o financiamento estudantil é uma opção para você realizar o seu sonho e trabalhar na área que sempre quis.

Neste post, separamos 4 tipos de financiamento estudantil e as principais informações para você conseguir investir no seu futuro. Acompanhe!

O que é financiamento estudantil?

A quantidade de faculdades particulares é superior ao de universidades públicas, sendo em torno de 2 mil instituições privadas e 302 federais, de acordo com dados do Censo da Educação Superior. Por conta dessa diferença, algumas formas de ingresso ao ensino superior privado foram estimuladas, como o financiamento estudantil.

O financiamento estudantil funciona como um empréstimo para contribuir com as despesas totais ou parciais de um curso superior em instituições particulares. Esse modelo de pagamento é ideal para estudantes que precisam de ajuda financeira para ingressar na faculdade. O seu diferencial consiste em:

  • prazos maiores para realizar o pagamento (em alguns casos, só começa a pagar após a conclusão do curso);
  • taxas de juros menores.

Quais as opções de financiamento estudantil?

No Brasil, cada vez mais instituições de ensino privado têm oferecido opções de financiamento estudantil para diversos cursos. Dessa forma, é possível ingressar na faculdade, estudar com tranquilidade e conseguir arcar com os custos de forma facilitada ou só apenas depois de formado.

Há vários programas de financiamento estudantil que podem contribuir com parte dos gastos universitários ou de forma integral. O importante é que você pode conseguir um incentivo incrível para ingressar em um ensino superior. Conheça a seguir 4 opções!

1. FIES

Esse é um programa do Governo Federal, mantido pelo Ministério da Educação. Consiste em um tipo de financiamento estudantil destinando a alunos de graduação presencial matriculados ou ingressantes em instituições particulares. Para isso, é preciso:

  • ter nota igual ou superior que 450 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio;
  • ter concluído o ensino médio em escola pública;
  • atender aos critérios socioeconômicos estipulados pelo MEC.

A adesão ao programa é feita por inscrições que abrem semestralmente no site e a nota no Enem passou a ser critérios de seleção e desempate. Por isso, quanto melhor o desempenho, mais chances de conseguir a vaga no curso dos sonhos. Existem 3 modalidades do FIES, sendo elas:

  • modalidade I: formato tradicional do programa, contemplando o candidato com juros zero no pagamento e prazo de quitação até 14 anos após a formação;
  • modalidades II e III (ou P-FIES): processo semelhante ao do FIES tradicional. No entanto, esse programa contempla estudantes com renda familiar mensal de até cinco salários-mínimos e são os bancos ou instituições privadas os responsáveis pelos contratos de financiamento.

2. Financiamento com bancos

Existem bancos que oferecem possibilidades de crédito para financiamento estudantil, os quais podem ser programas associados aos FIES ou da própria instituição financeira. As vantagens dessa opção são as maiores chances de fechar contrato e a flexibilização do prazo de pagamento.

Contudo, é importante analisar se os juros são realmente atrativos. Por isso, faça uma pesquisa minuciosa e leia relatos de outros estudantes que aderiram ao programa de financiamento com bancos. Dessa forma, você conseguirá avaliar a melhor opção para a sua situação financeira.

3. Financiamento direto com as faculdades

Outra opção de financiamento com juros menores, é o financiamento estudantil na própria faculdade. Existem instituições que financiam maiores que a metade do curso, o que facilita e diminui as mensalidades, além de permitir o pagamento do saldo após a conclusão da graduação.

As vantagens desse tipo de financiamento estudantil é a diminuição das exigências no processo de matrícula, o que facilita o ingresso no ensino superior.

4. Financiamento estudantil de empresas de crédito

Diferente dos bancos, há empresas no mercado que são dedicadas exclusivamente ao financiamento estudantil, tanto para ensino superior, como graduação e pós-graduação, quanto cursos técnicos. Para alunos já matriculados e que não aderiram a nenhum programa, essa opção tem a vantagem de ajudar no custeio de prestações atrasadas. Estudantes com bolsa parcial podem ter essa ajuda financeira para pagar o valor restante.

Um exemplo desse tipo de financiamento estudantil é o PRAVALER. Esse é um programa privado com juros atrativos ou zero, dependendo do tipo de acordo com a instituição de ensino escolhida.

Quais as dicas para escolher um financiamento estudantil?

Agora que você já conheceu alguns tipos de financiamentos estudantis, descubra dicas essenciais para escolher a melhor opção para o seu perfil.

  • observe os critérios para aprovação: cada programa tem os próprios critérios para aprovar um financiamento estudantil e veja qual se encaixa melhor a sua realidade;
  • conheça as taxas de juros: analise e compare as taxas de juros de cada opção de financiamento. Existem programas que podem chegar a taxa zero, como o FIES, enquanto os bancos podem facilitar o empréstimo com taxas menores;
  • analise o tempo para pagar: o prazo é um critério fundamental para observar. Há opções que o pagamento começa no início do curso, com valores menores, e outras que possibilitam a primeira parcela após a conclusão do curso;
  • saiba o percentual de financiamento: alguns financiamentos não cobrem o valor total do curso. Por isso, é necessário analisar os riscos de um empréstimo parcial para não precisar aderir a um segundo programa para conseguir custear a faculdade.

Portanto, foi possível perceber que o financiamento estudantil é uma ótima opção para não sobrecarregar os gastos com a faculdade e diluir o valor em parcelas menores, durante ou após o término do curso. Por isso, comece o quanto antes a se planejar, escolhendo o curso e instituição desejada, colocando no papel os possíveis gastos com materiais e transporte, e analisando os programas que melhor se adaptam ao seu perfil financeiro.

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